Agenda Tropa Sênior

quarta-feira, 24 de março de 2010

Nós e Amarras





Todo Sênior e Guia deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e para o dia-a-dia.
Um nó, para ser considerado bom, deve satisfazer as seguintes características:
- Simplicidade em ser feito

- Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.

- Facilidade em ser desatado

A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto.
Da perfeição de um nó pode depender uma vida.
Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:

Nós de travagem – São destinados a rematar a ponta de uma corda de modo a engrassá-la ou evitar que se desfie.

Nós de Junção – Servem para ligar entre si duas cordas de espessura igual ou diferente.

Nós de salvamento – São considerados como tal, os formados por uma ou mais alças que não correm e destinados a subir ou descer pessoas ou objetos.

Nós de Ligação – São utilizados quando se pretende ligar varas ou troncos. A corda necessária à sua execução é proporcional ao diâmetro das varas ou troncos utilizados, e por cada centímetro de diâmetro é necessário 30 centímetros de corda.

Nós diversos – São aqueles que não se enquadram dentro dos capítulos anteriores.

Falcaças – Utilizam-se em volta do seio de um cabo de maior diâmetro de espessura segurando-o.

Costuras – Utilizam-se nos chicotes de um cabo para que este não se desfie.



A espessura de uma corda é designada por bitola (fig.1) e é a partir do seu valor que sabemos se se trata de uma espia (bitola igual ou inferior a 1 cm.)










Cabo solto ou solteiro é aquele que, não tendo uma utilidade especifica, serve para qualquer trabalho.





Num cabo ou numa espia, as extremidades têm o nome de pontas ou chicotes e no caso de a corda estar amarrada, a extremidade que segue o nó tem o nome de Lado Firme e a parte restante da corda designa-se por seio (Fig.2).










A volta na corda que forma um olhal chama-se Cote (Fig.3) e será direto se o cruzamento se der com o chicote por cima do seio, e inverso se o chicote passar por baixo.

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